Conversamos com dezenas de donos de locadoras pelo Brasil. O que ouvimos mudou tudo — e deu origem ao GrúaOS.
Meu nome é Felipe Prado. Sou empreendedor. E antes de escrever uma linha de código, fiz algo que a maioria das empresas de tecnologia não faz: fui conversar com os donos de locadoras.
Visitei empresas de diferentes tamanhos. Conversei com quem opera no interior, com quem atende grandes construtoras, com quem tem dois guindastes e com quem tem trinta. E o que ouvi me surpreendeu — não pela complexidade, mas pela simplicidade do problema.
Todos eles tinham as mesmas dores. E nenhum sistema no mercado estava resolvendo.
A primeira coisa que ouvi de quase todo mundo foi sobre planilha. Todo dono de locadora tem uma planilha. Às vezes tem cinco. Uma para OS, uma para agenda, uma para faturamento, uma para manutenção.
E toda segunda-feira de manhã, antes de qualquer coisa, era hora de atualizar tudo. Copiar dado de um WhatsApp para a planilha. Copiar da planilha para o e-mail do cliente. Às vezes o dado errava. Aí tinha que refazer tudo do zero.
"Eu perdia a segunda-feira inteira só organizando o que tinha acontecido na semana anterior. Era retrabalho em cima de retrabalho."
Horas gastas toda semana com algo que não gerava nenhum valor. Só para manter o controle do que já tinha acontecido. No GrúaOS, a OS é gerada em segundos, vinculada ao equipamento e ao cliente, com tudo registrado automaticamente.
Uma das conversas que mais me marcou foi com um dono que tinha uma frota de oito equipamentos. Ele sabia que estava perdendo combustível — mas não conseguia provar onde.
Os abastecimentos eram feitos por diferentes operadores, em postos diferentes, sem registro por equipamento. No final do mês, a conta de combustível estava sempre acima do esperado. Mas sem dados, não havia como agir.
"Eu sabia que tinha vazamento em algum lugar, mas não conseguia rastrear. Todo mês saía mais combustível do que devia."
Quando fizemos o levantamento real com ele, chegamos a um número que assustou: cerca de 30% do combustível da frota estava sendo consumido sem justificativa registrada.
No GrúaOS, cada abastecimento é registrado por equipamento, com data, litros, valor, horímetro e operador. O gestor vê em tempo real o consumo de cada máquina — e consegue agir quando algo foge do padrão.
Além das planilhas e do combustível, havia uma terceira dor que aparecia em praticamente todas as empresas com que conversei: a burocracia fiscal.
Emitir uma NFS-e era um processo que envolvia entrar no portal da prefeitura, preencher dados manualmente, conferir código de serviço, alíquota de ISS, dados do tomador — tudo isso para cada nota, uma por uma. Em empresas com volume alto de OS, isso consumia horas do escritório todo mês.
"Eu pagava uma funcionária só para ficar emitindo nota. Era um dia inteiro por mês só nisso."
Hoje, no GrúaOS, a nota fiscal é gerada com um clique, direto da OS ou da fatura, integrada ao NFE.io. Os dados fiscais da empresa ficam configurados uma vez — e o sistema cuida do resto automaticamente.
Depois de ouvir tudo isso, ficou claro que não faltava tecnologia no Brasil. Faltava tecnologia para esse setor específico. Os sistemas existentes eram genéricos, caros, difíceis de usar — e nenhum entendia a realidade de quem opera guindastes e equipamentos pesados.
Foi aí que nasceu o GrúaOS. Cada módulo foi pensado a partir de uma dor real, relatada por um dono de locadora de verdade. Nada foi inventado em reunião de produto. Tudo veio do campo.
O resultado é um sistema que resolve os problemas que mais custam tempo e dinheiro para essas empresas — de forma simples, pelo celular, sem precisar de treinamento técnico.
21 módulos integrados, pensados para a realidade do setor de equipamentos pesados no Brasil.
Respondemos as principais perguntas sobre o GrúaOS.
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